Altares Mágicos

Sim, é possível ter mais de um altar mágico. E, aliás, só precisa se preocupar com o “jeito certo” de arrumar um altar caso pertença a uma tradição que te dite a forma mais apropriada de fazê-lo, dentro daquela egrégora, ou sistema de crenças. Ponto final.


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Bênçãos, e boa jornada!


Altares Mágicos

Leve em consideração que cada altar varia, ainda bem! Nada é absolutamente certo ou errado, e quando se trata de divindades, ainda mais, tudo é negociável. Se você cultua alguma divindade, aprenda a escutar, algumas vezes ela vai te dizer o que ter e o que não ter em seu altar. Caso contrário, evite colocar coisas que vão de encontro à forma de pensar e às simbologias da(s) divindade(s) em questão. Caso não cultue nenhuma divindade, você pode ter maior liberdade para arrumar o seu altar da forma que melhor desejar!

Espaço Sagrado

Um altar mágico é um espaço sagrado. Representa todas as conexões da pessoa com o seu sagrado, com aquilo que lhe é sagrado, suas crenças, divindades, entidades, guardiões espirituais… É um espaço de conexão direta com o seu sagrado individual, e com o astral. É no altar que se direciona ou molda o que se quer que aconteça no plano físico. E como espaço sagrado, não deve ser tratado de qualquer jeito. É necessário cuidar, não é? Você não vai dedicar um espaço à sua crença, ao que lhe é importante, e tratar de qualquer forma!

Evite mantê-lo sujo. Reserve ao menos um dia na semana para fazer uma limpeza física nele. E pode ser qualquer dia. Além disto, se for um altar dedicado a alguma divindade, e houver um dia específico no qual sinta maior conexão com esta divindade, limpe-o neste dia. Até mesmo como uma forma de ofertar o seu cuidado.

Sempre faça limpezas energéticas antes de qualquer trabalho mágico. Caso cultue alguma divindade, pode pedir que as suas divindades de culto mantenham o seu altar limpo energeticamente, também.

Neste exemplo podemos observar um altar feito em meio à natureza, ao ar livre, em um tronco de uma árvore que foi cortada.

Ponto de Reflexão

Um altar mágico reflete quem a pessoa é, magicamente, e a representa fisicamente. E como tal, neste estarão instrumentos, objetos e coisas importantes para a pessoa (ou grupo) em questão. Ou seja, olhando para um altar, você pode conseguir ver a identidade mágica daquele altar, porque ele certamente vai refletir algo. O que tem no altar? Runas…? Então é possível presumir que o altar em questão pertence a uma bruxa ou bruxo runomante… Tem plantinhas? Olha lá, possivelmente é um altar de bruxaria natural, ou talvez um altar de druidaria (embora nem toda prática druídica tenha em seu escopo a necessidade de um altar)! E por aí se tira o restante.

Às vezes, você pode não perceber uma identidade mágica em um altar. Mas aí é que está, talvez seja esta a intenção: cada altar é individual, e é cheio de simbologias individuais.

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Um altar só precisa fazer sentido para quem o monta ou compartilha.

Simbologias Individuais

Nenhum altar é igual a outro. E nem deve ser! Cada elemento em um altar tem uma simbologia diferente, que pode fazer sentido e ter significado apenas para quem estiver conectado a este altar. O que depende das crenças pessoais ou tradição mágica à qual a pessoa siga.

Então… Pode ser que o sino no altar seja usado única e exclusivamente para dar início e fim aos rituais… Mas pode ser que ele, além disso, represente o ar, através do som, que se propaga pelo ar. Pode ser que, por escolha, o altar não tenha um sino, também.

Pode ser que, no seu altar, a varinha represente o Elemento Fogo. Mas, no altar de outra pessoa, a varinha pode muito bem representar o Ar. Entende como acontece? Sinta-se livre para agregar as suas próprias simbologias, mas, use do bom-senso!

Mas neste caso acima, um dos dois tem que estar errado, afinal, um diz uma coisa e o outro diz outra, não é?Não é não! Acabamos de falar que um altar possui simbologias individuais. Não é questão de certo ou errado. É questão de ter um significado pessoal para quem tem ligação a este altar.

Em seguida, algumas maneiras diferentes de dispor itens, objetos, e o próprio altar. Não há absolutismos aqui, são apenas maneiras amplamente difundidas de fazê-lo, apenas para exemplo e embasamento.

• Altar voltado ao Norte: pela ligação com a Mãe Terra, com o elemento Terra, e os poderes da estabilidade, da tenacidade, também com ligação a cura.
• Altar voltado ao Leste: pela ligação com o Ar, elemento da comunicação, da eloquência, do conhecimento, da sabedoria, et cetera.
• Altar voltado ao Oeste: geralmente relacionado a culto a ancestrais, e/ou rituais de necromancia… O oeste tem ligação com a Água… e muitas vezes a Água está relacionada ao mundo inferior, em muitas culturas, sendo os espelhos d’água (mares, rios, lagoas, até mesmo poças) tidos como portais para o submundo. Alguns deuses aquáticos também são divindades relacionadas aos mortos.
• Altar voltado ao Sul: Geralmente quando envolve questões voltadas ao amor, ou relacionada a sentimentos intensos, ou questões de energia, relacionadas ao Fogo.
• Dividido em Lados: Lado esquerdo do altar para a deusa, lado direito para o deus, vela branca para o deus e vela preta para a deusa, em seus respectivos lados… estas diretrizes são muito comuns em tradições duoteístas, como algumas vertentes da wicca.

É recomendável, quando se faz parte de uma tradição, seguir a egrégora desta tradição, agregando elementos de forma coerente. Ou seja, se sua tradição te orienta a voltar o seu altar para tal direção, como membro desta tradição, você o faz.

Alguns exemplos de diferentes altares a seguir:

Qualquer Espaço Físico…

Um altar pode ser uma toalha estendida no chão, ou um tronco de árvore, um banco, uma mesa enorme, uma prateleira, ou caixinha de madeira ou metal, uma bolsinha de papel, uma janela, um espaço no guarda-roupa; pode ser aquilo que mais for agradável, e pode ser, inclusive, algo bem discreto para não chamar atenção de olhos danosos ou simplesmente por gosto. Contudo, ainda que possa ser representado por qualquer “plataforma”, precisa estar consagrado.

Você tem, também, opção de montar um altar de viagem, portátil, como os das imagens a seguir.

…ou Não-Físico

Agora falamos de um altar astral, que é uma representação criada no astral, reforçada pela visualização. Um altar astral substitui ou não a necessidade de um altar físico, e apesar de ser bem mais complicado ter um altar astral, é uma saída a não poder ter nenhum.

Mas aí é que está! Como criar um altar astral? Bom, basicamente, você visualiza um espaço no plano astral… alimenta com a sua energia, e depois de algumas vezes fazendo isso, acaba que o altar se “cristaliza”, se cria. Quando eu digo “cristaliza”, quero dizer que ele toma uma forma que se mantém, no astral. E no astral, você pode ter tudo o que não pode ter ainda, aqui no plano físico.

Quando você não tem prática, pode ser que seu altar não tenha uma forma firme, que você não tenha controle total sobre ele. Pode ser por inúmeros fatores, mas o mais comum é “mente avoada”. Para ajudar com isso, há diversos exercícios de treinamento de visualização, e inclusive, meditar pode ajudar com isso também!

Luã Musi

http://www.bruxodelua.com
@bruxodelua

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